Na prática, adiamento ‘mata’ CPI do MEC e outras

Foto: Pedro Gontijo

Porto Velho, RO -
A decisão dos líderes do Senado, anunciada pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de deixar para depois das eleições a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as denúncias contra o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na prática, “mata” a comissão. A CPI teria apenas 40 dias úteis após o fim do segundo turno, em outubro. A CPI da Pandemia durou seis meses.

Vitória prática


A decisão de postergar a CPI, que se transformou numa coqueluche da oposição nas últimas semanas, é uma vitória do governo no Senado.

Quatro na fila

Estavam prontas para começar as investigações as CPIs para investigar ONGs/Desmatamento; Obras Inacabadas; Narcotráfico; e Queimadas.

É a regra


O regimento determina que CPIs só podem funcionar até o fim do ano. Quando a Legislatura chega ao fim, todas as comissões são encerradas.

Sempre é contaminada


Segundo Rodrigo Pacheco, a intenção de adiar a instalação era evitar a “contaminação das investigações pelo processo eleitoral”.


Fonte: Por Cláudio Humberto
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