Medo - STF desafia Senado e ignora debate sobre ativismo

Barroso deixa o cargo em 28 de fevereiro e será sucedido por Edson Fachin até 17 de agosto e Alexandre de Moraes, que comandará as eleições. Foto: Marcelo Camargo/EBC

Porto Velho, RO
- Os senadores da comissão de Transparência e Fiscalização levaram um “bolo” dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, que nem sequer se deram o trabalho de justificarem a ausência. Os senadores debateram ativismo judiciário e a separação dos Três Poderes. “Preferem dar entrevistas fora do país para fazer críticas que faltam com a verdade com seu conteúdo, mas se recusam a prestar contas ao Senado”, afirmou Espiridião Amin (PP-PR).

Pressão aumentará

A presença dos ministros poderia ajudar a reduzir a pressão por CPI do Ativismo ou sobre vários pedidos de impeachment de ministros do STF.

Demorou

Somente duas horas após o início da reunião, no Senado, a assessoria de Barroso avisou que o ministro não iria.

Esforço feito


Outros convidados, como o jurista Ives Gandra Martins, de 87 anos, participaram por videoconferência. Democraticamente.


Fonte: Por Cláudio Humberto
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