Valor Econômico destaca antagonismo entre os xarás bolsonaristas de Rondônia: Marcos Rocha e Rogério



Porto Velho, RO – O site Valor Econômico, da Rede Globo, veiculou matéria abordando o antagonismo político entre bolsonaristas de Rondônia, os xarás Marcos Rocha, do União Brasil, e Marcos Rogério, do PL, respectivamente governador e senador da República.

Apesar de apoiarem o mesmo candidato à Presidência, no caso o atual manadatário do Alvorada, Jair Bolsonaro, um não quer saber do outro.

O congressista correligionário do morador do Alvorada chegou a dizer à veiculação que não haverá palanque duplo.

“Não tem palanque duplo, eu sou do partido do presidente”, disse ele ao Valor.

Em busca de fortalecer o presidente Jair Bolsonaro na disputa presidencial, a cúpula da campanha pela reeleição traçou uma estratégia para preservar palanques duplos em Estados onde dois ou mais candidatos ao governo reivindicam apoio bolsonarista. A ordem é tomar cuidado com manifestações e evitar constrangimentos para não indispor o chefe do Executivo nem com um lado nem com o outro. Com isso, os aliados do presidente esperam manter o maior número de palanques possível até outubro deste ano.

Ao menos dois Estados já têm uma disputa consolidada entre aliados do presidente Bolsonaro: Rondônia e Rio Grande do Sul. No caso do primeiro, a concorrência está longe de ser pacificada e, por isso, integrantes da campanha do presidente da República já admitem a possibilidade dele nem viajar para o local durante o pleito. “Isso vai acontecer em vários Estados. [Em Rondônia] tem dois candidatos fortes, não tem nem que ir para lá”, disse uma fonte.

Os dois nomes bolsonaristas que brigam abertamente pelo apoio do governo federal são o atual governador de Rondônia, Marcos Rocha (União Brasil), coronel da PM e aliado de longa data de Bolsonaro, e o senador Marcos Rogério (PL), que integra o partido do presidente e chegou a ser vice-líder do governo no Senado. Marcos Rogério foi um dos principais integrantes da tropa de choque do governo durante a CPI da Covid e agora cobra a fatura. “Não tem palanque duplo, eu sou do partido do presidente”, disse ele ao Valor.

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Por Rondoniadinamica
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