Eleições 2022: Teto de gastos de campanha vai girar em torno de R$ 90 milhões

Ao somar com segundo turno, limite passa de R$ 100 milhões

Decisão do TSE ocorreu nesta quinta | Foto: Reprodução/TSE

Porto Velho, RO - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta quinta-feira, 30, que o teto de gastos de campanha presidencial nas Eleições 2022 será o mesmo de 2018 — com correção monetária pela inflação acumulada nos últimos quatro anos.

Hoje, o cálculo gira em torno de R$ 90 milhões para o primeiro turno do pleito. Caso ocorra segundo turno, o valor deve ser de quase R$ 45 milhões.

A verba sai do Fundo Eleitoral, que este ano será de R$ 4,9 bilhões, e doações. Há quatro anos, presidenciáveis foram liberados a gastar em suas campanhas R$ 70 milhões no primeiro turno e R$ 35 milhões no segundo.
Para deputado federal, o limite corrigido deve passar de R$ 2,5 milhões para pouco mais de R$ 3 milhões.

Para candidatos a deputado estadual e distrital, o valor pode passar de R$ 1 milhão para R$ 1,2 milhão.


Divisão do Fundo Eleitoral

No dia 15 deste mês, o TSE divulgou a divisão do Fundo Eleitoral, oriundo de verba pública, que os partidos terão direito de gastas nas eleições. O União Brasil, com o maior número de parlamentares no Congresso Nacional (85 deputados e 10 senadores), receberá R$ 783 milhões. A sigla é resultante da fusão entre DEM e PSL. Em segundo lugar está o PT, com R$ 503 milhões.

O MDB é o terceiro e receberá R$ 363 milhões. O PSD aparece com R$ 349 milhões disponíveis e, o PP, com R$ 344 milhões. Os cinco partidos representam quase 50% de todo o montante disponível de verba pública para a campanha eleitoral.

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