Banco do Brasil projeta investir 300 milhões no agro; Produtos de Rondônia em Israel; Invasão de terras com prejuízos aos indígenas

A íntegra da coluna redigida pelo jornalista José Luiz Alves

Reais 300 milhões em investimentos no agro

Porto Velho, RO - O superintendente do Banco do Brasil em Rondônia, Ítalo Xavier, frisou que a instituição projeta investir 300 R$ milhões, em custeio e investimentos no mês julho neste estado, já computados os recursos liberados pelo plano safra 2022/2023, para todo o território nacional em valor superior a R$ 340 bilhões. Segundo o superintendente, não faltará recursos para investimentos no agronegócio, tanto para agricultura de precisão, bem como para os agricultores que exploram as pequenas propriedades rurais, ou seja, os clientes do PRONAF ligados agricultura familiar.



Taxas do plano safra

As taxas do plano safra, 22/23 anunciados pelo governo, computando mini e pequenos, os percentuais fixados ao ano para custeio, são de 7,77%, assim como para investimento em 7,58%. Para o médio produtor os preços dos juros são de 8,64% para custeio e de 8,36% para investimento. O grande produtor rural vai arcar juros 9,58% para o custeio e 9,21% para investimentos. Além dos juros altos os agricultores ainda precisam contar com o apoio de São Pedro abrindo as torneiras do céu no tempo do plantio e no crescimento das lavouras.

Produtos de Rondônia em Israel




Um grupo de empresários capitaneados pelo superintendente do SEBRAE, Samuel Almeida entre os dias 23 de julho e 3 de agosto visitam Israel, numa parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional, apresentando aos empresários daquele país, o que Rondônia produz e pode ser exportado para aquela nação. O objetivo é conquistar novos mercados neste processo de globalização da economia.

Tambaqui assado



Com o intuito de mostrar a importância da piscicultura, para economia de Rondônia, no próximo dia 19 de agosto, será realizado um dia de campo, no município de Theobroma tratando sobre a produção de tambaqui na região central do estado. O evento, organizado pelo SEBRAE e ACRIPAR com apoio do governo do estado tem como foco revelar a importância da cultura do consumo da carne do tambaqui. Também esta em fase de organização para ser realizado em 9 municípios no estado de Rondônia e nos 8 estado da Amazônia, o festival do tambaqui assado na brasa, num grande arranjo que mostrará o diferencial do setor pesqueiro rondoniense.

Prejudicando o agronegócio



Na opinião de Ivaneide Bandeira, indigenista, ativista dos direitos humanos e do meio-ambiente, o agronegócio em Rondônia vive momentos difíceis com a violência e o desmatamento, com os ataques diretos dos grileiros e madeireiros, promovendo a e para economia do estado. Segundo a Indigenista, sofrem os índios, os pequenos agricultores, assim como os grandes produtores rurais que trabalham corretamente mantendo o agronegócio sustentável gerando emprego e renda nas propriedades rurais. Para ela: “falta uma política de governo no combate a grilagem e invasão de terras na Amazônia”. Inclusive nas áreas de preservação.

O futuro está no campo



A jovem Amanda Topai Sussai Raposo, que estuda no Colégio Cristão, em Porto Velho, aos 12 anos de idade já decidiu que no futuro quer se formar em veterinária por amor aos animais e ao meio-ambiente. No período de férias se desloca para Ariquemes, onde na chácara da família aproveita para ordenhar as vacas leiteiras, tratar de outros animais, cavalos, galinhas e os peixes nos tanques escavadas da agroindústria. Amanda descobriu cedo que o futuro está no campo.

Retornando

Depois de umas férias forçada por problemas de saúde, estou de volta lépido e fogueiro, para continuar produzindo e apresentando matérias sobre as atividades no campo. Afinal de contas no dia que o campo parar este país, mergulha num verdadeiro buraco escuro.

Fonte: Por José Luiz Alves
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