Veja quais são as cinco doenças (muito graves) associadas à pressão alta


Porto Velho, RO - A hipertensão arterial ocorre quando há um aumento da pressão nas artérias, o que faz com que o coração tenha que se esforçar mais para fazer com que o sangue circule pelos vasos sanguíneos. Além de ser uma condição preocupante por si só, o seu aparecimento pode também estar associado a outros problemas de saúde ainda mais graves que podem até provocar a morte.

Infarto ou ataque cardíaco

Ocorre quando uma ou mais artérias que irrigam o coração ficam bloqueadas, fazendo com que este órgão não receba sangue e oxigênio nas quantidades que necessita. Nestas condições, as células da área afetada morrem.

Acidente vascular cerebral
Resulta da lesão das células cerebrais, que morrem ou deixam de funcionar normalmente, pela ausência de oxigênio e de nutrientes na sequência de um bloqueio do fluxo de sangue (AVC isquémico) ou porque são inundadas pelo sangue a partir de uma artéria que se rompe (AVC hemorrágico).

Insuficiência cardíaca
Trata-se de uma situação clínica na qual o coração perde a sua capacidade de bombear o sangue de modo a satisfazer as necessidades de oxigênio e de nutrientes do organismo.

Insuficiência renal
É uma doença provocada pela diminuição progressiva da função renal.

Alterações do ritmo cardíaco ou arritmias
Surgem quando os impulsos elétricos do coração que coordenam os batimentos cardíacos não são emitidos de um modo adequado, fazendo com que o coração bata muito depressa (taquicardia), muito devagar (bradicardia) ou de um modo irregular.

Estou em risco?
Categorias da pressão arterial:
Risco baixo: 120/80 mm Hg
Risco médio: 121-139/80 – 89 mm Hg
Risco elevado: 140+/90 mm Hg

“Existem algumas exceções a estas categorias: por exemplo, para as pessoas com diabetes consideram-se valores para risco elevado quando a pressão arterial é superior a 130/80”, pode ler-se no portal da CUF. Para quem tem mais de 80 anos de idade, “a pressão sanguínea sistólica [mede a força com que o coração contrai e ‘expulsa’ o sangue do seu interior] deve ser, de um modo geral, inferior a 150”.

Fonte: Metrópoles
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