Além de empréstimo para o povo pagar, distribuidoras planejam calote




A jogada malandra repete outra, de 2020, que viabilizou empréstimo de R$16,1 bilhões às distribuidoras para impedir aumentos de tarifas na pandemia. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Porto Velho, RO - Esfregando as mãos pelos empréstimos de R$20 bilhões que vão tomar dos bancos para que nós, consumidores, paguemos as amortizações nas contas de luz mensais, as distribuidoras de energia queriam também aplicar calote de R$5,2 bilhões de novembro devidos no Mercado de Curto Prazo, onde são contabilizadas as diferenças entre a energia contratada e o volume que foi consumido. Sempre alegando a “grave crise hídrica” em que não faltou água nas torneiras.

Roteiro malandro

A distribuidoras pagaram R$4,1 bilhões, mas o pedido à Aneel para aplicar calote está mantido. Se conseguirem, ficam para outro mês.

Eles é que decidem


Os técnicos são contra “autorizar” o calote, mas a decisão será da Aneel nas próximas reuniões, a serem retomadas a partir do dia 25.

MP inacreditável

Os “empréstimos” foram autorizados por uma inacreditável medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Esperteza, parte II

A MP 1078 repete a MP esperta de 2020, quando tomaram os R$16,1 bilhões que ainda pagamos na conta de luz, na Bandeira Vermelha P2.


Fonte: Por Tiago Vasconcelos, 12/01/2022
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